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18 de abril de 2026

Advogado é cadastrado como ‘cliente trouxa’ em ficha de ótica: ‘Mágoa’


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 10/10/2024 às 16h34
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Um advogado, cliente de uma ótica em Santos, litoral de São Paulo, foi identificado como “cliente trouxa” em um recibo do estabelecimento. Erasmo Fonseca, de 47 anos, contou ao Metrópoles, parceiro do GMC Online, ter se sentido humilhado com a situação.

Erasmo foi até umalótica trocar o óculos do filho, de 14 anos, no dia 17 de setembro. Ele havia comprado os óculos do adolescente no mesmo estabelecimento dois anos antes, mas o grau do menino aumentou, sendo preciso trocar a lente. Vendedores da ótica ofereceram ao adolescente uma nova armação, que foi recusada. Um vendedor, então, sugeriu trocar apenas a lente.

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Um advogado, cliente de uma ótica em Santos, litoral de São Paulo, foi identificado como “cliente trouxa” em um recibo do estabelecimento. Foto: Reprodução/Metrópoles

No dia 24 de setembro, Erasmo buscou o óculos do filho. No entanto, cerca de uma semana depois, em 2 de outubro, a armação quebrou. O advogado retornou à ótica para pedir um reparo, pois acredita que, durante a manipulação do óculos para trocar a lente, “deve ter dado uma trinca”, disse.

Uma funcionária do estabelecimento negou a assistência, alegando se tratar de “mau uso”. Ela disse, ainda, que a armação, por ter mais de dois anos, não estava mais na garantia.Erasmo, que é especialista em direito do consumidor, disse que acionaria a Justiça para resolver o caso. A gerente, que também apontou mau uso dos óculos, ofereceu uma armação nova de material mais frágil.Para não deixar o filho sem óculos, o advogado aceitou.

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Foto: Reprodução/Metrópoles

A gerente ofereceu uma limpeza na lente e na armação e disse que emitiria o documento de troca. No papel, ele viu como ele era identificado no cadastro da ótica. “Aí, quando eu li embaixo, ‘cliente trouxa’. Falei, ‘ah, espera aí, você está de brincadeira”, disse.

Erasmo disse que se sentiu magoado com a situação. “A moça podia até, na cabeça dela, me entender como trouxa. Não tinha problema nenhum estar na mente dela. Mas ela colocar um documento, em um papel, escrever isso, eu achei isso muito humilhante, desnecessário, sabe? Fez me sentir um lixo, porque, poxa, eu só estou exigindo uma coisa que é minha”, afirmou.

Em nota ao Metrópoles, a ótica negou que o cliente tenha sido chamado de “trouxa”. O estabelecimento alega que houve um erro de digitação e a grafia correta seria “trouxe”.

“A data ’03/10/2024′ após a palavra deixa claro que seria ‘trouxe’ e ocorreu um erro de digitação e não uma adjetivação ao cliente, o qual por sinal foi grosseiro e agressivo com as atendentes da loja e agora busca reverter a sua reprovável conduta contra uma mulher aproveitando-se de um erro de digitação. Lamentável”, diz o texto.

Leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online

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